terça-feira, 27 de outubro de 2009

STRYPER ANUNCIA EDIÇÃO LIMITADA DE "MURDER BY PRIDE" EM LP


Trduzido por Kako Sales para o Whiplash
A Ulterium Records (através de uma parceria com a gravadora italiana Frontiers Records) vai lançar uma edição limitada tipo picture-disc do último álbum do STRYPER, “Murder By Pride”, na Europa, dia 4 de dezembro. O LP vai ser estritamente limitado a 500 cópias, e virá com um poster colorido.

Lado A:

01. Eclipse Of The Son
02. 4 Leaf Clover
03. Peace Of Mind
04. Alive
05. The Plan
06. Mercy Over Blame

Lado B:

01. Murder By Pride
02. I Believe
03. Run In You
04. Love Is Why
05. Everything
06. My Love (I'll Always Show)

O LP está disponível para pré-compra no Ulterium Records store.

“Murder By Pride” vendeu 5,900 cópias nos EUA na semana de lançamento e estreou na 73ª posição na Billboard 200. O CD foi lançado na Europa em 28 de agosto via Frontiers Records. Foi disponibilizado nos EUA em 21 de julho via Bid 3 Records.

O baixista do STRYPER, Timothy Gaines, está postando atualizações regulares da turnê de aniversário de 25 anos da banda exclusivamente no StryperForum.com. Você pode dar uma olhada no blog clicando aqui.

O baixista Tracy Ferrie não está tocando na parte americana da turnê do STRYPER. Em seu lugar, o baixista original, Gaines, está tomando seu lugar. O que foi originalmente planejado para ser uma performance dividida em dois setlists se transformou em um concerto inteiro de 90 minutos contendo todos os grandes hits, bem como o novo material do STRYPER.

A banda está usando as novas vestimentas em amarelo e preto, desenhadas pelo designer original da banda. Todos os membros originais – Michael Sweet, Robert Sweet, Oz Fox e Tim Gaines – estão tocando na turnê americana do 25º aniversário.

STRYPER iniciou sua turnê de 25º aniversário dia 11 de setembro, na House of Blues, em Boston, Massachusetts. Um vídeo do show pode ser visto aqui.

Há 25 anos (1984), STRYPER iniciou a carreira com o EP “Yellow and Black Attack”, e desde então vendeu 8 milhões de cópias e tem rodado o mundo espalhando uma mensagem motivadora através de suas canções marcantes, guitarras pesadas e harmonias vocais originais.


Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth.net

terça-feira, 20 de outubro de 2009

BANDA: REDIMIDOS, METAL PROGRESSIVO PARAGUAIO


A banda paraguaia Redimidos surgiu em 2002, fundada por Juan Paredes e Marcos Sanabria, tendo em sua formação inicial, além dos dois já citados, Argaña Richard e Paulo Ventura. No inicio a banda produzia um tipo de metal mais extremo bem diferente do heavy metal progressivo que tocam atualmente.
Depois de uma pausa de quase um ano, retornam em agosto de 2004, com a postura musical voltada ao metal progressivo e com nova formação: Marcos Sanabria (bateria), Juan Paredes "Juancho" (guitarra), Jorge Medina "Editar" (guitarra ), Alexis (voz) e Guillermo Moreno (baixo). Com esta formação a banda se consolida com várias apresentações, conquistando o apoio e respeito do público de todas as idades e de pastores, comunidades e igrejas. Assim, a Redimidos foi se firmando cada vez mais na cena Metal cristão do Paraguai, sem deixar de enfrentar muitas situações adversas.
No fim de 2005 Alexis deixa a banda e entra em seu posto o atual vocalista Robert Rodriguez. Em meados de 2006 foi a vez de o baixista Guillermo Moreno deixar a banda, sendo substituído posteriormente por Gerardo Molinas.
Em fevereiro de 2007 Redimidos lança seu primeiro Ep oficial intitulado “Imperio Del Rei” contento uma intro e mais quatro faixas (Imperio Del Rey, Redimidos, Vi Su Gloria, e Jehová es mi Guerrero, esta última cover de um cantor compatriota chamado Juan Carlos Albarado). Graças e este registro a banda passou a se apresentar em grandes eventos por todo o país, inclusive fizeram o show de abertura na apresentação da banda italiana Vision Divine em um tributo ao Hellowen, além de dividir o palco com Seven Angel e Miracle, ambas paranaenses, conquistando muitos fãs que já anseiam por um novo lançamento, prometido para o início de 2010.
Outra grande conquista para a banda Redimidos é a indicação para o Prêmio Gospel 2009, premiação para os melhores da música gospel paraguaia. Quem escolhe os vencedores é o público,através mensagens via sms, orkut e votos no site do organizadores. Em uma rádio chamada Obedira FM, uma das maiores do Paraguai, a Redimidos, com a música “Jehová es mi Guerrro”, tem aparecido com freqüência entre as 4 mais pedidas do programa “Los 20 Mejores”. Neste programa, os ouvintes escolhem as músicas que querem ouvir, e a banda chegou a estar no segundo lugar.
“Que se Haga Luz” é o título da música mais popular da banda neste momento, uma versão gravada ao vivo pode ser conferida no Myspace dos Redimidos. Esta mesma canção estará no próximo CD.


Redimidos é formado atualmente por:

Marcos Sanabria (bateria)
Juan Paredes “Juancho” (guitarra)
Jorge Medina “Editar” (guitarra)
Robert Rodriguez (vocal)
Gerardo Molinas (baixo)


Discografia:

Imperio Del Rey (Ep) - 2007


contato:
http://www.myspace.com/redimidoshmetal

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

ENTREVISTA: VCD


A banda do litoral paulista VCD, que no final de 2008 lançou seu album de estréia intitulado "Ele é Quem Dizia Ser" vem recebendo boas críticas pelo seu hard rock muito bem executado por Juliano, Athayde e Gus. Há quem os considere a revelação de 2009 na cena gospel rock.
Aproveitando o retorno aos palcos da banda, batemos um papo com os caras e você pode conferir logo a seguir:

Por Nelson Paschoa
A banda passou um bom tempo sem tocar, por uma boa causa (o nascimento da filha do Juliano), agora anunciaram que estão de volta. Deu saudade dos palcos?

Juliano: Com certeza! Sempre dá. Até por que é nos palcos que podemos realizar nosso objetivo principal: falar de Jesus.


Esta parada aconteceu logo após o lançamento de "Ele é que Dizia Ser", isso de alguma forma interferiu na divulgação ou foi algo já planejado?
Athayde: De certa forma já sabíamos que isso iria acontecer, pois a esposa do Juliano já estava grávida antes do lançamento do CD. Não sei se chegou a atrapalhar a divulgação. Acho que interferiu mais na agenda de shows, e como agenda de shows de banda independente é complicada, porque são poucos os shows que compensam em termos de estrutura, não cremos que tenhamos perdido muita coisa (risos). Mas de qualquer forma, ficar sem tocar é ruim.


A banda optou por lançar o CD físico e ao mesmo tempo disponibilizou para download gratuito o álbum completo. Qual a finalidade disso?
Juliano: A finalidade é entrar de cabeça no mundo High Tech. O CD é uma tecnologia ultrapassada. Tem os seus dias de vida contados. Assim como aconteceu com o VHS, o mesmo vai acontecer com o CD. Nos dias de hoje a rapaziada curte é ouvir música no MP3 player, no Ipod, celular e no computador. Se as bandas não se “antenarem” para essa mudança radical de comportamento do público, dificilmente conseguirão ser ouvidas pelas pessoas. Se nós queremos falar com os jovens, temos que usar as ferramentas que os jovens usam, além do fato de ser um dos melhores instrumentos de distribuição. Pela Internet já chegamos ao ouvido do mundo inteiro. Tem gente no Japão que curte nosso som.


E a gratuidade dos download não traz retorno finananceiro que cobriria os gastos com as gravações em casos de bandas independentes como vocês...
Juliano: Como dissemos, o CD tem os seus dias contados. A gratuidade do download tem a seguinte lógica: quem vai comprar um álbum de uma banda que não conhece? As bandas de mainstream possuem canais de divulgação como rádio e TV. Mas as bandas independentes não possuem grana para arcar com os “jabás”. A única forma de divulgação é disponibilizar sua música ao máximo de pessoas possíveis. E as que curtirem o seu som sempre irão encontrar uma foram de te apoiar financeiramente. Sempre recebemos pedidos de compra de Cds, de Mp3 e convites pra shows. E temos a certeza que isso é efeito da divulgação realizada por disponibilizarmos o álbum. A idéia é plantar para colher futuramente.


Chegou a ver os desabafos do Steve Rowe (Mortification) , sobre as dificuldades que vem passando por causa dos prejuízos financeiros causados por dowloads ilegais?
Juliano: Lemos e achamos corretos e válidos os argumentos. Mas de qualquer forma, o Steve Rowe precisa entender que isso faz parte dessa transformação tecnológica dos aparelhos que reproduzem a música, bem como é conseqüência de anos do trabalho da indústria fonográfica que transformou a música arte em simples produto. E enquanto produto, ela segue a tendência de mercado de todos os outros produtos industrializados: a descartabilidade! As pessoas vêem a música como um produto que se encontra em “lojas de R$ 1,99”. E na verdade não está muito longe disso, tanto que se pode comprar mp3 on-line, por apenas U$ 0,99 ! (risos).

Para uma geração do tudo descartável, infelizmente esse comportamento não é algo fora do “normal”. Incomum seria se as pessoas continuassem como era na década de 80, gastando centenas de reais por mês em discos e deixando as gravadoras bilhardárias e transformando os artistas em celebridades ícones do pop ou do rock, ou seja, os rockstars.


Como vocês disseram o CD físico está com os dias contados. Mas como as bandas vão vão se manter? gerar receita para custear os gastos com gravações e novos lançamentos?
Athayde: Tudo é uma questão de conseguir visualizar o quem vem pela frente. Pensando nisso, a VCD passou a vender online suas musicas em formato mp3, sempre na qualidade 320kbps. Mas ai vc me pergunta: qual a vantagem nisso? Inicialmente o custo que cai para menos da metade. Em segundo lugar o acesso rápido ao produto com uma excelente qualidade sonora. Além disso, o que sustenta banda mesmo são Shows Esses sim sempre redem um bom dinheiro.



Voltando ao álbum, conta pra gente como foi os processos de gravações...
Juliano: As gravações foram realizadas no Estúdio Noname, Santos/SP, com o fenomenal Victor Fernandes como engenheiro de som. Nossa preocupação foi sempre fazer um CD fiel ao que tocamos ao vivo. Queríamos uma sonoridade orgânica, com forte som de bateria. Somos uma banda de rock, e o som da batera é de crucial importância. O grande problema dos discos independentes é que a maioria possui ótimas captações de guitarra, baixo e vocal, mas peca nos instrumentos percussivos. No Brasil, são poucos os estúdios que sabem gravar rock e metal. Bons, são no máximo uns três. O Noname é um desses, e com o Victor tínhamos a convicção que sairia como queríamos.

Na verdade saiu além das nossas expectativas. Ficou um álbum muito gostoso de ouvir, com timbres bem naturais e mornos. Uma pintura mesmo!


A VCD pretende continuar seguindo o caminho independente?
Juliano: Por enquanto sim. Não estamos fechados a propostas, mas para fecharmos com uma gravadora ela tem de respeitar a nossa fé e nosso compromisso de trabalho. Tem de ser algo proveitoso para os dois lados. Surgiram algumas sondagens, mas nada de concreto ou legal.


Nota-se que "Ele é quem Dizia Ser" é uma álbum com influências que atravessam três décadas, principalmente anos 70, 80 e 90, e ainda tem um pouco de sons mais modernos. A que isso se deve?
Juliano: Se deve a essa salada de gosto musical dos integrantes. Eu, o (Athayde) Junior e o Gus somos muito ecléticos. Ouvimos de tudo. Temos muitos pontos em comum, mas outros completamente divergentes. Por exemplo, sou fã de música erudita e de guitarra instrumental. O Gus ouve muito christian rock, nu metal e worship. O negão (Junior) ouve muita música eletrônica e pop rock nacional. No final, essas diferenças confluem nessa inter-temporalidade de quatro décadas de hard rock e heavy metal incorporadas no nosso som.


As faixas do CD pouco lembram uma a outra, não que a banda não tenha identidade, muito pelo contrário, todas tem a cara da banda, mas não tem muita semelhança entre elas. No ponto de vista, é isso que faz o álbum ficar interessante. No processo de composição isso já fazia parte, ou simplesmente aconteceu?
Juliano: Isso sempre fez parte. No estágio atual da música a maior crítica às bandas são a mesmice, a repetição exaustiva de clichês e a falta de originalidade. Gêneros inteiros ficam saturados de bandas repetitivas, parecendo uma clone da outra. Aconteceu com o hard rock nos anos 80, com o grunge nos anos 90 e agora com o nu metal e com o prog metal. É importante não cair na vala comum e saber sair disso. Variedade nas composições revela a qualidade e criatividade de uma banda mostrando que ela pretende fazer arte, e não produto!


Outra coisa que me chama a atenção no CD é o cuidado com as letras, que são muito ineligentes e criativas. A maioria das bandas cristãs usam muitos clichês, o que não acontece com a VCD.
Juliano: Agradecemos o elogio e ficamos felizes que você gostou. O alvo é sempre passar uma mensagem que atinja o coração. Na letra vamos cair no mesmo ponto do falado sobre a música. Letra de música é arte, é poesia. As letras revelam a profundidade e o conteúdo de quem as escreve. Se a sua preocupação é ser produto, ou se você é um compositor vazio e sem conteúdo, invariavelmente você cairá na zona comum.


A capa do CD também é muito bonita, quem a projetou? E o que ela quer dizer? Senti falta de um encarte...
Juliano: Quem fez essa capa maravilhosa foi outro gênio. Nosso amigo e irmão Ricardo Gejão, designer da Agência Click. Ele soube interpretar como ninguém a mensagem contida no Ele é Quem Dizia Ser. O cerne do álbum é apresentar Jesus Cristo a esse mundo deserto de Deus. Nesse cenário apocalíptico, Ele aparece como a única esperança para a humanidade decaída.

O encarte é algo que acabamos deixando de lado por questões de custo mesmo. Quem sabe no próximo Cd, ou em uma futura edição especial do Ele é.... (pensativo). É algo para analisarmos com carinho.


Que bandas que de alguma forma influenciaram a VCD?
Juliano: É complicado falar de bandas porque cada integrante ouve e gosta de muita coisa. Temos influencia de bandas de white metal e de bandas seculares. Se for para citar, as principais seriam: Guardian, Bride, King James, Whitecross, Stryper, Disciple, Whitesnake, Van Halen, Dio, Megadeth, Pilar, Pantera e muitas outras.


No meio cristão nacional e internacional que bandas merecem destaque e por quê?
Juliano: No meio nacional, as únicas bandas que cantam em português que realmente merecem destaque é o Metal Nobre na sua primeira fase e o Resgate mais antigo. No meio internacional tem muita coisa boa e a maioria já citamos como nossa influência.


Todos vocês são músicos já com uma certa estrada, pode falar um pouco da experiência de cada um? Já tiveram outras bandas?
Juliano: eu toco em bandas desde os 16 anos. Já toquei em muitas bandas covers. Mas o segundo projeto próprio com certa notoriedade e expressão foi com a banda Nistagma. Chegamos a lançar um EP e a tocar em algumas rádios rock daqui do litoral. Depois disso dei uma afastada da música. Acabei voltando com força total com a VCD mesmo.

Gus: O grosso da minha história musical se resume mais a esquema louvor na igreja mesmo... participei de projetos paralelos, mas sempre com essa temática... após ser apresentado a Juliano, e por acaso participarmos juntos de uma programação instrumental, vimos que daquilo poderíamos chegar a lugares impensáveis para mim até aquele dia...

Junior: Assim com o Juliano eu toquei em muitas bandas covers, mas sempre gostei de fazer minha própria musica. E assim foi com a Nistagma na década de 90. Juliano já era meu parceiro nessa banda. Mas o meu trampo mesmo, que digo assim: “Este é meu filho” (risos) é o Ele é..



Juliano e Athayde, a gente se conheceu de uma forma pouco convencional, começamos discutindo sobre o uso do vocal gutural por bandas cristãs em tópicos na Comunidade White Metal Brasil do Orkut. Tinhamos pontos de vistas bem diferentes. O que vocês pensam sobre o assunto hoje? Vale lembrar que mesmo com opiniões diferentes e muita discussão nos tornamos bons amigos. Quando lembro disso, vejo que cresci nesse tempo, em outra época essa divergência não se transformaria em amizade.
Athayde: (Risos) Cara, agente lembra bem desses arranca rabos. Eu, aprendi muito contigo nesse episódio e ainda tomei um tapa de luva de pelica lindo (risos).
Você na sua simplicidade e sabedoria me ensinou que existem bandas que utilizam o gutural como instrumento para pregar no meio de tribos urbanas onde as musicas convencionais não chegam. Me mostrou que as pessoas não sabem o que é o meio underground e me fez entender que bandas como Mortification e Antidemon tem recebido a autoridade de Deus para levar a palavra no meio de eventos de bandas de black metal onde são ouvidas e respeitadas. Sei de muitos que se converteram através de musicas onde o vocal era Gutural.


Já estão pensando em um próximo lançamento?
Juliano: Sim, já estamos em processo de composição do próximo álbum. Pelo jeito que está caminhando as coisas deve ser bem diferente do primeiro. Nossa sonoridade está ficando mais pesada e esperamos que possa agradar e ter o impacto igual ou maior. Cremos que até o final do ano que vem ele deve ser lançado.



Muito obrigado pela entrevista, podem deixar as suas últimas palavras. Fico grato em saber que pude colaborar de alguma forma. Que Deus Abençoe Vocês.
Juliano: Agradecemos a oportunidade, ao seu blog e ao seu carinho Nelson. Que Jesus te abençoe e a todos os leitores. O nosso CD “Ele é Quem Dizia Ser” está disponível para download gratuito em nosso site http://www.mundovcd.com.br e o CD original pode ser comprado por lá também por apenas R$10,00, então aproveite!! Deixamos uma reflexão aos amigos: divulgar as MP3s é uma forma de a banda apresentar o seu trabalho as pessoas de forma honesta, sem mascaras ou engodos, e retribuir na mesma honestidade seria a pessoa que gostou do trabalho adquirir o CD original para apoiar o ministério.

Quem quiser dar uma força no myspace: www.myspace.com/mundovcd. E quem quiser escrever pra gente, trocar uma idéia, pode escrever em nossos e-mails: juliano@mundovcd.com.br; junior@mundovcd.com.br ; gus@mundovcd.com.br e se quiser conversar com a produção da banda e algum integrante adiciona o MSN: contato@mundovcd.com.br

Para contatos para shows e outros temos contato@mundovcd.com.br e pelo telefone (13)3284-3918.

Um abração a todos e fiquem na paz do Senhor Jesus.

VCD é formada por Juliano (guitarra e vocal), Athayde Junior (bateria e vocal) e Gus (baixo e vocal)
Discografia: "Ele é Quem Dizia Ser" 2008 - Independente

domingo, 27 de setembro de 2009

DOWNLOAD: TO THE LAMB

Seguindo a nossa política de apenas postar downloads autorizados pelas bandas, apresentamos a banda paulista To The Lamb.

Formado em 2002 pelo baixista Lucky Santana, o To The Lamb pratica um heavy metal oitentista baseado na velha escola britânica, mas bebe nas fontes do hard rock moderno. Tudo isso com o intuito de levar a mensagem do heavy metal cristão aos que necessitam.

Formação:
LUCKY SANTANA - Baixo.
CLEI DETILLI - Guitarra.
NICKSON - Vocal.
SILAS “GULLIVER” SOARES - Guitarra.
SAMUKA DRUM - Bateria.

Faixas:
01 - Chosen Army
02 - Dead To Him
03 - End Of Days
04 - Men Of Good Faith
05 - Trumpet The Judgement

DOWNLOAD VIA RAPIDSHARE

DOWNLOAD VIA BADONGO

DOWNLOAD VIA MEGAUPLOAD

PALCO MP3


Fonte:
Sangue Arterial
To The Lamb

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

TOURNIQUET PRECISA DE AJUDA FINANCEIRA PARA GRAVAR


Traduzido Por Marcus Vinicius Leite para o Whiplash
Fonte: Site Oficial da Banda

Desde o último álbum lançado em 2003, os fãs do Tourniquet tem se perguntado o que aconteceu. Em nota assinada, o baterista e letrista, Ted Kirkpatrick explica o porquê da demora no lançamento do novo album da banda.

Segue abaixo a nota na íntegra.

"Olá todo mundo!

Recentemente, recebemos muitos emails que nunca tinham aparecido desde 2003. As pessoas estão perguntando se existe uma maneira que elas possam doar dinheiro para o nosso ministério. Pouco tempo atrás, um casal generoso nos enviou uma parcela de sua restituição de imposto de renda, e outros tantos que foram (e são) abençoados pelo nosso ministério querem nos ajudar.

Vocês que são fãs do Tourniquet desde o início sabem que nunca solicitamos dinheiro para outra coisa, pois cremos que o trabalhador é digno de seu salário e também é do conhecimento de todos, já participamos de campanhas da Cruz Vermelha (por causa das recentes catástrofes ocorridas mundialmente), ou da ASPCA para ajudar os animais. Optamos também por não envolver, os fãs com os desafios da gestão do Tourniquet.

No entanto, se alguns de vocês insistem em ver a nossa obra exposta mais uma vez, e têm um sentido para a doação, podem optar por fazê-la! Pois, agora, precisamos mesmo!

Tenho um estúdio de música em minha casa, onde nós gravamos nosso último álbum - "Where Moth and Rust Destroy" (capa acima). Eu também gravei a bateria para o meu DVD "Circadian Rhythms" neste estúdio. Eu escrevi músicas para o nosso álbum ainda-não-registradas no mesmo estúdio e planejamos gravá-lo lá também. Eu vivo em um declive arborizado em uma bela propriedade em Wisconsin. O estúdio de música é construído na encosta - como uma espécie de bunker de guerra - o telhado estava coberto de terra, o que servia de isolamento acústico."

Por que eu estou dizendo que "era"? Bem, cerca de 4 meses atrás, o impensável aconteceu - todo o telhado do estúdio, cedeu! Percebi o problema vários dias antes de acontecer, e fui capaz de salvar tudo com segurança (inclusive eu) antes que ele cedesse.

Poupando-lhes os detalhes, nestas circunstâncias, a queda do telhado não foi cobertya pelo seguro de imóvel, o que nos deixou muito abalados e com isso, más noticias!

Sendo assim, nos restou contar com você, que curte o nosso som! Pois, para construir o novo teto acústico, temos que gastar nada mais, nada menos que US$17.000. Nós entraremos em estúdio o mais rápido possível para gravarmos nosso próximo álbum com telhado e tudo! Se Deus permitir!

Entretanto, no caso de você sentir que deve abençoar o Tourniquet com uma doação, pode ser no Paypal via tourniqt@AOL.com ou envie um cheque nominal para
Tourniquet PO Box 373, Hartland, WI53029.

Se você tem sérias necessidades financeiras e tem contas atrasadas a pagar, por favor, cuide das suas contas e mantenha sua casa. Mas se você quiser doar, espero ter dado uma boa razão para assim fazer. Além disso, caso queira um de nossos CDs ou outras mercadorias da marca "Tourniquet" em troca por sua doação, nos avise!

Obrigado, Ted Kirkpatrick".)

(Nota do Editor: Ao lado a foto de como ficou o estúdio)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

SMASH THE SYSTEM ESTÁ DE VOLTA

A banda Smash The System (Technical Death/Thrash) de Contagem-MG está de volta e já está confirmada a nova formação:

Daniel Corpse (ex-Sabbatariam & Krig) - Vocals
Samuel Souza (Honoris Causa) - Bateria
Hudson Silva (ex-Honoris Causa) - Baixo
Gabriel Campos - Guitarra
Carlos Enrique - Guitarra



Outra boa notícia é que a banda entrará em estúdio nesse mês de setembro pra gravação de uma demo com 2 músicas que será disponibilizada pela banda como download gratuito na internet pra uma maior divulgação.

Aguardem em breve + novidades.

Sites e contato c/a banda:

smashthesystem2009@gmail.com

www.myspace.com/smashmetal

http://smashmetal.blogspot.com/

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

CD REVIEW: STRYPER - "MURDER BY PRIDE"

Por Lucky Santana
Banda: Stryper
Álbum: Murder By Pride
Ano: 2009
Gravadora: Big3 Records

Finalmente lançado o novo álbum do Stryper. “Murder By Pride” vem seguindo um pouco a mesma linha do álbum anterior, “Reborn”, mas com umas características modernas. Contudo, não ouça o álbum, querendo ter aqueles loucos duelos de guitarra que havia na época de ouro da banda para não se decepcionar, como aconteceu com muitos que ouviram o seu antecessor.

É um ótimo álbum, característico pelos vocais maravilhosos de Michael Sweet e os backing vocals, além da banda em seu contexto geral, é claro.

O álbum começa sem qualquer frescura, já com peso desde seu primeiro acorde em “Eclipse of the Son” que, sendo ouvida de primeira deixa o ouvinte já pensando se realmente o álbum seguirá uma linha totalmente fora do que era a banda. Contudo, essa impressão já começa a desaparecer em “4 Leaf Clover” que tem a característica de ser pesada e um pouco arrastada que me fez lembrar até um pouco o riff de “heroes” do Bride pela sua cadência.

A dúvida chega a desaparecer de vez com acordes de “Peace of Mind”, típica Stryper, pegajosa em seu refrão, que com certeza, fará os fãs cantarem juntos nos shows, caso seja escalada.

Não poderiam deixar de existir as baladas “Alive” (totalmente All By Myself (!!)) e” I Believe” bem no estilo que a banda sempre fez, com aquele vocal suave e marcante de Michael.

A música título bem como “The Plan” seguem a mesma linha, como falei antes, do seu antecessor, sem muitas firulas e diretas, caracterizando o Stryper moderno.

Algumas músicas seguem um pouco a linha solo de Michael Sweet como “Run in You” e “Love is Why”.

“Mercy Over Blame” é, talvez, a mais pesada do álbum, com a característica de guitarras rasgadas e voz descompromissada, ótima música.

O ponto fraco do álbum fica por conta de “Everything” que soa como tapa buraco, mas que também dá o preparo para a última “My love (I´ll always show)” que termina o álbum em grande estilo com as características da banda, como guitarras em dobra e os vocais em total consonância com o estilo que ela pede.

Murder By Pride é um bom álbum em sua totalidade, mas como disse anteriormente, não espere “Stryper 80´s” mas uma banda com as características antigas com uma roupagem nova que não segue modismos e que faz com competência o pretende.

Colaboração:
Lucky Santana baixista da banda de Heavy Metal de Mogi Das Cruzes/SP To The Lamb

terça-feira, 18 de agosto de 2009

S.O.S DA VIDA 2009


No próximo dia 07 de setembro acontece na EXPO CENTER NORTE mais uma edição do S.O.S. DA VIDA. Um dos maiores eventos de música gospel do mundo, que já é realizado em São Paulo anualmente há mais de 15 anos. Neste evento, em outras edições grandes bandas da cena rockeira cristã marcaram presença, tais como Bride, White Cross, Guardian, Petra, Love War, Oficina G3, entre outras. Vale lembrar que este evento não é exclusivamente de rock, haverá, como sempre, a presença de grandes nomes de outras tendencias musicais.
Das bandas de rock vale a pena conferir o Katsbarnea e o Resgate, duas das bandas pioneiras do gospel rock brasileiro, o Skin Culture que vem despontando na cena underground e a atração internacional Bride, velho conhecido do público brasileiro que pode estar em terras tupiniquins pela última vez, já que há indicíos de que após as gravações e tour do próximo álbum a banda encerrará sua longa carreira de mais de duas décadas.

Data: 07 de setembro de 2009
Local: EXPO CENTER NORTE
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, n° 333 - Próximo Metrô Tietê
Horário: a partir das 13h
Valor ingresso: R$ 10,00 antecipado / R$ 15,00 no dia do evento